A postectomia (popularmente circuncisão) é a remoção cirúrgica do prepúcio. É um dos procedimentos urológicos mais antigos e ainda hoje resolve problemas funcionais importantes — fimose patológica, parafimose e infecções de repetição — além de atender, quando apropriado, motivações estéticas ou culturais após consentimento informado. O Dr. Gustavo Ramalho, urologista em São Paulo, atende na Vila Nova Conceição.

O que é fimose e quando operar

Fimose é o estreitamento do prepúcio que dificulta ou impede a exposição da glande. Pode causar dor na ereção, microtraumas, balanopostite e risco de parafimose (retração com impossibilidade de retorno). Nem todo aperto leve exige cirurgia; a indicação depende de sintomas, idade e tentativas conservadoras em casos selecionados.

Sintomas e sinais de alerta

  • Dor ao retrair
  • Inchaço
  • Vermelhidão
  • Secreção
  • Sangramento
  • Dificuldade miccional

Parafimose aguda pode ser urgência: inchaço da glande presa pelo anel prepucial — buscar pronto-socorro ou urologista se houver dor intensa e impossibilidade de redução manual orientada.

Diagnóstico e preparo

Exame físico genital, história de diabetes (que predispõe a infecções), uso de anticoagulantes e alergias a anestésicos ou materiais. Exames pré-operatórios seguem protocolo da cirurgia e idade. O paciente recebe orientações sobre jejum, medicações a evitar e higiene prévia.

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Técnicas: convencional e grampeador

Na técnica convencional, usa-se bisturi e sutura com fio absorvível. O grampeador cirúrgico associa corte e fixação com pinos metálicos que caem espontaneamente ou são removidos conforme modelo — pode agilizar o procedimento. A escolha depende de experiência do cirurgião e anatomia.

Recuperação e cuidados

Repouso relativo, analgesia prescrita, banhos conforme orientação, curativos e sinais de infecção (febre, secreção purulenta, odor forte). Edema leve nos primeiros dias é comum. Resultado estético final evolui por semanas. Retorno ao trabalho físico pesado ou esportes segue liberação individual.

Riscos e limitações

Sangramento, hematoma, infecção, deiscência de sutura, sensibilidade alterada temporária ou, raramente, lesão estética que precise revisão. Expectativa de “perfeição cosmética” deve ser alinhada: cicatriz e cor da pele variam. Automedicação com pomadas ou antibióticos sem prescrição prejudica o pós.

Perguntas frequentes

Toda fimose precisa de cirurgia?

Não. Fimose fisiológica em crianças e casos leves em adultos podem ser acompanhados ou tratados com medidas conservadoras. Quando há dificuldade de higiene, infecções de repetição, dor na relação ou parafimose, a cirurgia costuma ser indicada.

A cirurgia com grampeador é mais segura?

O grampeador cirúrgico pode reduzir tempo operatório e sangramento em mãos experientes, mas não elimina riscos. A escolha da técnica é do urologista conforme anatomia e contexto. Complicações como sangramento, infecção ou reação à material podem ocorrer em qualquer método.

Quanto tempo sem atividade sexual?

Em geral, orienta-se abstinência enquanto a ferida cicatriza — frequentemente na faixa de 4 a 6 semanas, com variação conforme evolução individual. Siga estritamente a liberação do médico.

A circuncisão melhora a higiene e reduz infecções?

Pode facilitar a higiene do sulco glandular e reduzir episódios de balanopostite em pacientes predispostos, mas não substitui cuidados gerais. Benefícios individuais devem ser discutidos na consulta.

Onde fazer postectomia com urologista em SP?

O Dr. Gustavo Ramalho avalia indicação e técnica na Clínica MUNVÈ, Vila Nova Conceição, São Paulo, com planejamento de procedimento em ambiente adequado.

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Indicação e técnica esclarecidas na avaliação — Vila Nova Conceição.

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