A doença de Peyronie é uma condição da túnica albugínea do pênis em que se forma uma placa fibrosa que não se distende na ereção. Isso gera curvatura, possível dor (especialmente na fase ativa), alteração de comprimento aparente e, em muitos casos, disfunção erétil. O Dr. Gustavo Ramalho, urologista andrologista em São Paulo, atende na Vila Nova Conceição. Fisiopatologia: como ocorre a Peyronie. Programa: DE e Peyronie.
Sintomas que o paciente percebe
- Nódulo ou espessamento
- Curvatura progressiva ou fixada
- Dor à ereção ou ao coito
- Dificuldade de penetração
- “Encurtamento” percebido
- Ansiedade
A evolução é variável: alguns estabilizam espontaneamente; outros progridem.
Fases clínicas: aguda e crônica
Na fase aguda/inflamatória, dor e mudança rápida da curvatura podem ocorrer — o objetivo é modulação de sintomas e monitorização. Na fase estável (geralmente após vários meses sem mudança documentada), avaliam-se correções definitivas se houver impacto funcional. O tempo exato varia entre pacientes; não use regra fixa da internet.
Diagnóstico e investigação
Anamnese (início, trauma aparente, ereção), exame em flacidez e, quando possível, documentação da ereção ou uso de imagem. Ultrassom peniano pode delimitar placa e calcificações. Doppler auxilia se há componente vascular associado à DE.
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Tratamento conservador
Analgésicos tópicos ou sistêmicos conforme dor; terapias orais com evidência heterogênea; injeções intralesionais em protocolos selecionados; ondas de choque para dor em alguns casos; dispositivos de tração com orientação rigorosa. Nenhuma modalidade garante retorno anatômico “perfeito”.
Tratamento cirúrgico (fase estável)
Técnicas de plicatura, incisão com ou sem enxerto, ou associação com prótese peniana na presença de DE refratária — escolha depende de grau de curvatura, rigidez erétil desejada, tamanho e expectativas. Complicações incluem alteração de sensibilidade, recidiva de curvatura ou ED nova; tudo deve constar do consentimento informado.
Investigação ampliada: comorbidades
Diabetes, tabagismo, síndrome de Dupuytren e história familiar sugerem vulnerabilidade. Controle glicêmico e cessação do tabaco fazem parte do plano. Saúde mental e relacionamento entram na recuperação pós-tratamento.
Perguntas frequentes
Toda curvatura peniana é Peyronie?
Não. Leve curvatura congênita ou assintomática difere da doença de Peyronie, que costuma apresentar placa palpável ou documentada, dor (na fase ativa) ou progressão da deformidade. O urologista diferencia causas na consulta.
A Peyronie causa impotência?
Pode coexistir com disfunção erétil por rigidez da túnica, deformidade mecânica ou fatores vasculares/psicológicos associados. O tratamento integra função e geometria peniana.
Preciso operar?
Nem sempre. Na fase aguda/inflamatória, o foco pode ser conservador; na fase estável com curvatura funcionalmente limitante ou dor, discutem-se opções cirúrgicas ou prótese quando há DE refratária. A decisão é individual.
O ultrassom é obrigatório?
Muitas vezes ajuda a caracterizar placa e calcificação, mas o diagnóstico clínico já orienta condutas. O Dr. Gustavo Ramalho indica exames conforme necessidade.
Existe cura com pomada ou suplemento?
Evidência para “curas” milagrosas é fraca. Terapias com melhor respaldo variam por fase e centro; desconfie de promessas absolutas na internet. Automedicação pode atrasar conduta adequada.
Onde tratar Peyronie com especialista em SP?
Com o Dr. Gustavo Ramalho na Clínica MUNVÈ, Vila Nova Conceição, com experiência em andrologia e cirurgia reconstructiva. Veja também o programa integrado DE + Peyronie.
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Plano alinhado à fase da doença — Dr. Gustavo Ramalho, Vila Nova Conceição.
